Relembre outros casos de atiradores em escolas no Brasil

O ataque ocorrido nesta sexta-feira (20) em escola particular de Goiânia, que deixou dois adolescentes mortos e outros quatro feridos, não é o primeiro no Brasil.

Casos similares aconteceram em diferentes regiões do País, com atiradores (alunos ou não) dentro de escolas abrindo fogo contra estudantes e outras pessoas.

Relembre abaixo algumas dessas tragédias:

Salvador

Em 2002, um jovem de 17 anos matou duas colegas dentro da sala do colégio particular Sigma, na orla de Salvador (BA), e foi preso em flagrante. À época, a delegada encarregada do caso afirmou que o revólver calibre.38 utilizado pelo garoto pertencia ao pai, que era perito policial.

Taiúva

Em janeiro de 2003, em Taiúva (SP), Edmar Aparecido Freitas, 18, ex-aluno da escola estadual Coronel Benedito Ortiz, invadiu o pátio da instituição, atirou em alunos, professores e funcionários e depois se matou. Ele utilizou um revólver calibre.38, com o qual fez 15 disparos.

Realengo

Em abril de 2011, em Realengo (RJ), 12 adolescentes – dez meninas e dois meninos – morreram no massacre da escola municipal Tasso da Silveira. Eles foram vítimas de Wellington Menezes de Oliveira, 23, que atirou contra as vítimas na sala de aula.

Piauí

Em abril de 2011, um adolescente de 14 anos que se disse vítima de bullying matou um colega com golpes de faca no interior do Piauí.

São Caetano do Sul

Em setembro de 2011, em São Caetano do Sul (SP), um aluno de 10 anos de idade que estava no 4º ano atirou na professora Rosileide Queiros de Oliveira, 38, e depois se matou na escola Professora Alcina Dantas Feijão.

João Pessoa

Em abril de 2012, um adolescente de 16 anos atirou em outras três alunas de uma escola estadual na Paraíba. O objetivo do rapaz era acertar um menino de 15 anos com quem havia discutido duas vezes.

Comentários